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Medicina Veterinária: Projeto da Unipar já castrou mais de quatro mil animais

Publicado em: 23/05/2016 às 15:10

Neste ano, além da comunidade carente, o projeto vai atender principalmente os animais da SAAU

Professora Ana Maria Quessada orienta estudantes antes dos procedimentos para castração dos animais
Projeto envolve estudantes de Medicina Veterinária e de cursos de pós-graduação
Projeto envolve estudantes de Medicina Veterinária e de cursos de pós-graduação
Projeto envolve estudantes de Medicina Veterinária e de cursos de pós-graduação
Projeto envolve estudantes de Medicina Veterinária e de cursos de pós-graduação
Estudante Michelly Pamela da Costa: experiência gratificante e enriquecedora
Estudante Guilherme Fortuna afere frequência cardíaca de animal antes do procedimento cirúrgico
Este ano projeto vai atender os animais da SAAU
Equipe de estudantes prepara animal para castração cirúrgica
Equipe de estudantes prepara animal para castração cirúrgica
Equipe de estudantes prepara animal para castração cirúrgica
Equipe de estudantes prepara animal para castração cirúrgica

Um dos maiores problemas que vivenciamos em relação a cães e gatos de estimação é o abandono e os maus tratos. Este problema vem sendo agravado ainda mais pelo crescente aumento populacional dos animais de rua e daqueles que possuem um lar, trazendo problemas ambientais e de saúde tanto para os bichos, quanto para a população, que está sujeita a contrair diversos tipos de zoonoses - doenças transmitidas do animal para o homem.

Uma das soluções para amenizar este problema é a castração dos animais, para evitar que continuem a se reproduzir e, consequentemente, gerar mais abandono e mais riscos à saúde humana. Em Umuarama, um projeto extensão de castração cirúrgica, do curso de Medicina Veterinária da Universidade Paranaense, colabora na redução da natalidade de cães e gatos.

Funcionando há 18 anos, o projeto já castrou gratuitamente mais de quatro mil animais de Ong’s e de famílias carentes. O sucesso da iniciativa e os números alcançados estão sendo comemorados junto com os 20 anos de história da graduação.

Os procedimentos de castração são realizados nos laboratórios e clínicas do Hospital Veterinário da Unipar, sob a supervisão da professora Ana Maria Quessada. “É um projeto que tem muitos benefícios; além desta preocupação de ajudar no controle da população animal, evitando com isso a transmissão de doenças e acidentes de trânsito causados pelos animais de rua, nosso objetivo também é fornecer cuidados clínicos, avaliando o estado de saúde dos bichos”, explica a docente.

As famílias de baixa renda que desejam castrar seus animais podem ir ao Hospital Veterinário às quintas-feiras, a partir das 14h, para fazer o cadastro. Os interessados devem levar os documentos pessoais e uma conta de luz (com tarifa social) ou o cartão do Bolsa Família. Mais informações no telefone (44) 3621-2550.

Parceria com a SAAU

Além da comunidade carente, este ano o projeto vai atender principalmente os animais da SAAU (Sociedade de Amparo aos Animais de Umuarama), um dos principais parceiros dos projetos de ensino, pesquisa e extensão realizados no curso de Medicina Veterinária da Unipar. A Ong cuida de mais de 600 cães e gatos abandonados e em situação de risco. “A parceria com SAAU acontece desde sua fundação, pois, por ser uma entidade que depende de voluntários para sua manutenção, ela necessita de nossa ajuda”, afirma a professora Ana Maria Quessada.

Prática Acadêmica

O projeto envolve em torno de 50 estudantes do curso de Medicina Veterinária e de cursos de pós-graduação. “Ele dá aos alunos a oportunidade de praticar procedimentos necessários para uma boa formação profissional”, enfatiza a coordenadora do projeto. Durante as atividades, os futuros médicos veterinários aprendem sobre anestesia e cirurgia de castração, como coletar e examinar o sangue, realizar a fluidoterapia, a administração de fármacos, entre outras condutas. “Pelo fato de ser meu segundo ano no projeto, consigo perceber meu desenvolvimento quando comparado com as primeiras cirurgias das quais participei; isso é gratificante e encorajador. E durante os trabalhos posso enriquecer meu aprendizado, associando a teoria à prática e desenvolvendo a minha consciência social como cidadã e futura médica veterinária”, revela a estudante Michelly Pamela da Costa, que está no quarto ano. Participando pela primeira vez, o colega de curso Guilherme Fortuna afirma que o projeto oportuniza a vivência da realidade profissional. “Aqui nós interagimos com a comunidade, com os animais e aprendemos com os professores procedimentos complexos, que começam pela avaliação física e bioquímica. É uma forma de me familiarizar com a profissão que escolhi”. 

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